segunda-feira, 20 de setembro de 2010

ATERRAGEM DE EMERGÊNCIA!

Vamos correndo e pensando na vida, divagamos bem longe dali.
O terreno é sobejamente nosso conhecido: uma estrada de terra batida “armadilhada” de seixos de vários tamanhos.
A passada é a do costume, económica, demasiado económica, bem rasteira.
De repente somos acordados dos nossos pensamentos e um tropeção numa pedra coloca-nos em voo picado!
Soam as campainhas de “alarme”, tocam as “sirenes”!
Não temos trem de aterragem nem tempo para os bombeiros virem colocar espuma na pista! Nem sequer um pára-quedas do nosso amigo PÁRA QUE NÃO PÁRA! Vamos aterrar de barriga!
Durante o curto voo (que parece uma eternidade) dá para percebermos que, pela velocidade, vai ser uma valente “aterragem de emergência”.
No ar relembramos o manual dos procedimentos de emergência a efectuar nestas situações: tentar evitar ao máximo bater com os joelhos no chão e salvar o GPS de uma pancada!
Não nos saímos totalmente mal na aterragem de emergência! Um joelho bate de raspão, com uma pequena esfoladela sem grandes problemas, o GPS está salvo! O mesmo não se pode dizer do braço direito que levou uma grande esfoladela logo a seguir ao cotovelo, e da anca direita que também apanhou um ligeira pancada lateral.
Enfim, não aterramos de barriga mas sim de lado! Mas até não foi mau!
Primeira reacção assim que chegamos ao chão: desligar o GPS. Segunda reacção: passarmos, rapidamente, à muito mais digna posição de homem erectus!
Já de pé avaliámos os estragos, dizemos umas quantas palavras impróprias de escrever aqui, verificamos se os calções não se rasgaram (t-shirts temos muitas!), tentamos minimamente voltar a calma e ala que temos um treino para continuar!
Olhamos o GPS. Pouco mais tínhamos de 5 minutos de treino. Que belo começo!
E lá vamos nós, agora bem despertos e nada de divagações!
Foi um resto de treino com força e rápido. Provadamente o tombo fez desbloquear alguma peça que não nos deixava andar mais depressa!
No final daquele treino recolhemos à “enfermaria” e fomos tratados pela mais doce das “enfermeiras”, a minha mulher!
Enfim, já que estamos no Ribatejo podemos dizer que foi uma colhida e tanto, mas nós nem gostamos de touradas!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

REVISTA SPIRIDON

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Já foi distribuído aos assinantes o número 192 da Revista Spiridon que é, muito justamente, conhecida como a “bíblia” dos corredores Portugueses.
Deste 1978 que a referida revista tem ajudado gerações de corredores a praticaram melhor o seu desporto preferido para além de estar sempre na primeira linha do movimento da corrida para todos.
Leitores de longa data podemos afirmar que a esmagadora maioria dos conhecimentos que temos sobre a corrida se devem à Spiridon.
Neste número destacamos:
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O "COMBUSTÍVEL" UTILIZADO PELO CORREDOR
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AS CORRIDAS, O VENTO E AS "LEBRES"
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MITOS E VERDADES DA NOSSA CORRIDA
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PÔR AS PESSOAS A CORRER
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OS RECORDES DOS VETERANOS PORTUGUESES.
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terça-feira, 14 de setembro de 2010

FERNANDO ANDRADE


Em meu nome e soponho que de todos os que foram muito felizes na tarde do passado dia 11 de Setembro em São João das Lampas OBRIGADO FERNADO ANDRADE!

domingo, 12 de setembro de 2010

SÃO JOÃO DAS LAMPAS 27 ANOS DEPOIS!

No longínquo ano de 1983 corria a minha segunda meia maratona em São João das Lampas (1:37:38).
As voltas do destino não permitiram que  regressasse àquela carismática meia maratona.
Passados todos estes anos tive o grato prazer de conhecer o Fernando Andrade (director da prova) no encontro da blogosfera corredora na Costa da Caparica.
A amizade e empatia que se estabeleceu entre nós fez com que eu achasse que era minha “obrigação” voltar a São João das Lampas para prestar um tributo ao Fernando que ao longo de 34 anos luta contra ventos e marés para manter de pé uma prova em que cada atleta é tratado como um amigo.
Resolvi, pois, alinhar à partida em São das Lampas mas numa estreia como mini meio maratonista (!) participando na 7ª mini meia maratona.
“Prometeram-me” 5,5 quilómetros mas o meu GPS indicou que me foram servidos 4,120 quilómetros (mas não há problema amigo Fernando Andrade para o ano pode acrescentar distância em falta na minha conta e fazemos o acerto!).
Foram 4 quilómetro e picos em que não faltaram as mini rampas e até uma deliciosa incursão por caminhos não alcatroadas para eu me sentir em casa!
Evidentemente que aquela distancia já não é para mim pois quando consegui “arrancar” já mini estava a acabar.
Mas foi algo “curtido” e diferente onde até tive a companhia de sua excelência o director da prova nos metros finais coisa que em 30 anos de “militância” coxa nunca me tinha acontecido!
Para o ano vou voltar mas para lutar pelo meu mui digno primeiro lugar da liga dos últimos na meia maratona.
Uma das coisas que me fez não arriscar a meia foi o medo de estar calor, coisa que este ano nem aconteceu muito, mas se para o ano tiver problemas com isso é só perguntar ao amigo Joaquim Adelino onde é o tanque da rega!
Na pessoa do Fernando Andrade quero agradecer a todos o que montaram a 34ª Meia Maratona de São João das Lampas e a 7ª Mini Maratona de São João da Lampas, para todos eles um forte abraço.
Sei o quanto é difícil, e os sacrifícios que isso exige, estar há 34 anos à frente da organização de uma prova mas ou amigo Fernando tenha lá paciência vai ter que continuar pois a felicidade com que os atletas participam na “sua” prova assim o exige.
Entretanto pode já inscrever-me para a 35º edição!