domingo, 16 de março de 2014

sexta-feira, 14 de março de 2014

O PRIMO BETO!

Para uma melhor visualização clique na imagem.

quarta-feira, 12 de março de 2014

“SOLIDARIEDADEZINHA”

Nestes tempos difíceis que atravessámos começaram a surgir um sem números de corridas com carácter solidário segundo os seus promotores. Se algumas têm propósitos dignos e os seus objectivos são realmente actos solidários outras estão num campo completamente oposto e apenas se aproveitam da generosidade dos corredores que participam em tais provas. Valor de inscrição de 15 a 20€ para depois entregar um euro por atleta que tenha participado a determinada fundação ou instituição de solidariedade social é um acto que no mínimo pode ser classificar de abjecto! Sim, anda por ai muita gente a aproveitar-se da “capa” da solidariedade para propósitos nada honestos. Nós somos por uma sociedade justa, fraterna, e solidária em que o Estado não se demita das suas funções mas sem nunca perder de vista a luta por esses objectivos. E aceitamos que a solidariedade pode ser uma via para acudir às situações mais prementes. Uma via mas não uma solução de fundo porque essa passa por outras políticas e não por um país de pobres e de caridadezinha! Mas o que não aceitamos é que andem por aí vários abutres que em nome da solidariedade apenas pretendam servir os seus propósitos! Muito cuidado ao participar em corridas que apregoam ter um carácter solidário. Ao participar em tais eventos há que verificar uma serie de parâmetros para não estarmos a comer gato por lebre ou melhor, estarmos a ser roubados!
)

sábado, 8 de março de 2014

37ª CORRIDA DA LIBERDADE

INSCRIÇÕES E REGULAMENTO CLIQUE AQUI.

quinta-feira, 6 de março de 2014

O GRANDE NEGÓCIO DAS PROVAS

Temos a a perfeita convicção que a esmagadora maioria das provas não dá lucro.
Com isto não se pretende dizer que tenham prejuízo mas apenas que há um equilíbrio de verbas entre o dinheiro que entra e o dinheiro que sai, mesmo que, por vezes, haja desajustamentos, ligeiros, nesse equilíbrio.
Também estamos perfeitamente cientes que não é o valor da inscrição do atleta que paga todo o manancial de despesas inerentes a uma prova. O valor da inscrição cobre uma parte (às vezes bem ínfima) das verbas gastas na organização da prova sendo o restante conseguido com publicidade, patrocínios, etc.
Um atleta ao alinhar numa prova está a ser patrocinado para correr, esta é a mais pura das verdades pois o valor que paga pela inscrição não cobre o que foi gasto para ele estar a alinhar ali naquela “festa”.
Há até casos em que o patrocínio é integral pois a inscrição é gratuita. Entre outros casos, podemos falar da Corrida da Festa do Avante! que é uma das provas mais mediáticas em que a inscrição é gratuita. Já agora referimos num aparte que nestes casos de inscrição gratuita há um total desrespeito dos atletas e clubes para com os organizadores porque como não pagam a inscrição fazem-no sem o mínimo de certeza de ir participar no evento o que sobrecarrega uma organização de voluntários, como é o caso da Corrida da Festa do Avante! de trabalho desnecessário e baralha as contas dos organizadores no tocante à logística da prova tal a discrepância entre atletas inscritos e atletas que efectivamente alinham à partida.
Mas se na maioria das provas há um equilíbrio entre verbas entradas e verbas gastas haverá outras provas que se poderá dizer que dão lucro.
Parece-nos normal que grandes organizadores de provas, e grandes provas, tenham um carácter vincadamente comercial e dêem lucro.
Mas nessas provas, em que a organização consegue obter lucro com as mesmas, tal só é possível porque os apoios publicitários que a prova tem cobrem todas as despesas e ainda sobram verbas. Para todos os efeitos o preço que cada corredor paga pela sua inscrição não cobre as despesas que a organização teve com a participação com esse corredor por isso o atleta continua a ser subsidiado para participar na prova pese embora as verbas que a organização conseguiu angariar cubram as despesas da prova e ainda sobram.
É comum neste tipo de provas ouvir alguns atletas reclamar que não alinham nas mesmas pois são um grande negócio!
Algum negócio serão mas daí a serem um grande negócio vai alguma, ou muita, diferença.
Se são provas mais ricas em apoios publicitários também são provas com despesas completamente diferentes da generalidade das outras. Basta às vezes apenas um item nas despesas de uma dessas provas para superar o orçamento inteiro de uma prova de outras dimensões (só a verba gasta em aluguer de WC portáteis da Meia Maratona de Portugal, na Ponte Vasco da Gama, supera o orçamento de muitas provas portuguesas!).
O que no mínimo achamos “interessante” é vermos alguns atletas referir estas provas como um “grande negócio” não olhando para o mundo em que vivemos e a sociedade em que estamos inseridos.
Gostando ou não (e nós até não gostamos) vivemos numa sociedade capitalista com tudo o que isso implica.
Falamos de determinadas provas como grande negócio mas não olhamos para o nosso dia-a-dia: se pensarmos na margem de lucro que dá o beber um simples café, se pegarmos num simples bolo de pastelaria o pesarmos e verificarmos o seu peso ao quilo, se virmos quanto pagamos por uma garrafa de água, um copo de leite ou um cerveja e compararmos com o preço que custam num hipermercado (que também tem lucros e muitos como é evidente) verificamos enormes percentagem de lucro que nunca serão atingidas pelos organizadores de provas em Portugal.
E nada nos move contra os cafés e restaurantes mas apenas quisemos dar exemplos simples e práticos do dia-a-dia.
Mas não vemos por aí muita gente a gritar que não foi tomar um café porque é um grande negócio!
Parece que para esses atletas o mal do mundo está nalgumas organizações de megas provas em Portugal que são “um grande negócio”.
Porque não se protesta dessa maneira contra verdadeiramente grandes escandalosos e criminosos negócios como a privatização de um bem essencial como é a água ou o desmembramento do serviço nacional da saúde no intuito de entregar os cuidados de saúde a privados? E só vamos dar dois exemplos porque senão faríamos aqui um manifesto político!
Felizmente provas em Portugal há muitas, para todos os gostos e orçamentos de cada um. Todos temos opções e ninguém fica sem poder alinhar numa prova mas quanto nos colocam a água a preços proibitivos para dar lucros a privados isso sim é um grande e criminoso negócio e não temos nenhuma alternativa para o contornar.
E falamos da água como bem essencial e premente ao ser humano, mas esta sociedade está cheia de grandes e escandalosos negócios que não são certamente algumas organizações de provas um pouco mais comerciais e “ricas”!

quarta-feira, 5 de março de 2014

MÃE

Hoje corri por quem tanto tem corrido por mim.
Hoje corri para ti, e por ti, MÃE.

sábado, 1 de março de 2014