sábado, 5 de maio de 2018

CORRIDAS DE ABRIL E MAIO - FOTOS


Fotografias feitas nas grandes jornadas de comemoração e luta do 25 de Abril e do 1º de Maio (e as deste ano foram enormes), porque o Desporto está sempre nelas presente. Foram mais 2 participações - uma na Corrida da Liberdade, que tantas vezes fizemos na corrida principal, com partida do Quartel da Pontinha (Posto de Comando do MFA); outra na Corrida do 1º de Maio, que corremos desde a 1ª edição e sempre até que a idade (e a saúde) nos deixaram. VIVA ABRIL E MAIO DA LIBERDADE! VIVA O DESPORTO! VIVA A CORRIDA PARA TODOS!
Egas Branco.

CORRIDA DA LIBERDADE - FOTOS POR EGAS BRANCO











































CORRIDA INTERNACIONAL DO 1º DE MAIO - FOTOS POR EGAS BRANCO






























CORRIDA INTERNACIONAL DO 1º DE MAIO - FOTOS POR MAFALDA LIMA

























































































































































































































































































































































































domingo, 11 de março de 2018

HOMENAGEM À CORRIDA PARA TODOS

HOMENAGEM À CORRIDA PARA TODOS


E também aos seus iniciadores, Professores Mário Machado e Melo de Carvalho, o primeiro ainda Director das duas corridas, a da PONTE 25 DE ABRIL e a da PONTE VASCO GAMA. 



E pela primeira vez numa história de mais de 30 anos não é possível, devido ao mau tempo previsto, atravessar uma delas, a 25 de Abril. 
Isto é... a primeira vez não, porque nos passados anos 80 do século anterior o então PM Mário Soares proibiu a travessia para pelo menos duas provas (tanto quanto me lembro). Uma meia-maratona organizada pela ASSOCIAÇÃO 25 DE ABRIL, que acabou por se realizar apenas na Margem Sul (que corremos) e outra prova, com partida do tabuleiro como a actual, e então já em 3ª edição, com duas travessias da Ponte em anos anteriores com todo o sucesso, organizada pelo GINÁSIO CLUBE PORTUGUÊS e pela REVISTA SPIRIDON, em que também participámos e que se acabou por se realizar, devido a essa proibição, apenas na Margem Norte. 

O pretexto para as proibições, no mesmo ano, foi de que era perigoso... para a ponte!



Este ano arranjei forças para pelo menos ir ver passar durante meia-hora a Meia Maratona, no cruzamento das avenidas Infante Santo e 24 de Julho.



Aos Atletas lembro que nunca esqueçam a famosa frase de Noel Tamini, um dos precursores da Corrida para Todos: o Desporto é a mais importante das nossas actividades secundárias !!! (às vezes até está entre as principais...)

(texto e fotos do "fotógrafo" do ÚLTIMO QUILÓMETRO, Egas Branco, com votos de recuperação ao Jorge Branco, principal impulsionador deste blogue e que ele volte o mais depressa possível às lides facebookianas e à Corrida !)
































E algumas fotos de arquivo das Corridas nas Pontes, incluindo as dos bloguistas do Último Quilómetro!

Na primeira das fotos, entre outros atletas, reconhecem-se no segundo funil a Rosa Mota; de costas e com o fato de treino da selecção o Dr. Renato Graça, médico e ex-campeão nacional da maratona; e no primeiro funil, na organização, o Jorge Branco. Foi numa das primeiras edições da Meia-Maratona de Lisboa, na Ponte 25 de Abril. Antes disso já tinha havido duas travessias, organizadas pelo Ginásio Clube Português e pela Revista Spiridon, nas quais os bloguistas do Último Quilómetro participaram como atletas, e depois as duas proibições já atrás referidas. 
Só depois viria a Meia-Maratona organizada pelo Maratona Clube de Portugal, cujo dirigente era o Carlos Móia, e sempre sob a direcção técnica e da prova (até hoje) do professor Mário Machado



Jorge Branco na organização da primeira  Meia Maratona de Lisboa!









sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

O PRIMEIRO KM MAS NÃO O ÚLTIMO!


O primeiro quilómetro (mas não o último), de uma caminhada muito trôpega.
Vai ser uma longa, dura e demorada luta mas estamos nela.
Um abraço a todos os amigos reais e virtuais.
Aqueles que valem a pena (eles sabem quem são) a minha fraternidade do tamanho do mundo. Um mundo que quero mais igualitário, fraterno e belo para todos. Um mundo onde homens jamais explorem outros homens.
ESTAMOS NA LUTA!
(Um aparte muito especial para esse resistente que dá pelo nome de Egas Branco.


quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Parabéns Egas pelas tuas 80 primaveras. Como é bom poder estar aqui a dizer-te isto!
Temos uma bela e linda estrada que corremos juntos pela vida mesmo quando ela se torna mais sinuosa, dura e complicada.
Que mais poderei dizer de ti que já não tenha dito? Tudo o que possa escrever sobre ti por mais que seja muito é sempre tão pouco.
Uma certeza tenho: Serão homens como tu os construtores de uma sociedade mais justa, fraterna e igualitária onde homens jamais exploram outros homens.
Mais que meu tio, és meu amigo porque os amigos escolhem-se e os tios não.
Mas mais que meu tio, és meu mestre, meu professor, meu exemplo de como levar uma vida com dignidade, sempre de cabeça levantada, sempre na luta contra as adversidades da vida, sempre na luta também pelos outros, por um mundo mais justo e belo.
Fica muito difícil dar os parabéns pelas suas 80 primaveras quando essa pessoa representa tanto para mim, a alguém a quem tanto devo. Mas não é correcto falar em dívida porque a fraternidade não é uma mercadoria vendida a peso!
Parafraseando o Zeca Afonso: AMIGO MAIOR QUE O PENSAMENTO!
Que venha mais estrada para percorrermos juntos.
Jorge Branco.

domingo, 4 de fevereiro de 2018

AOS AMIGOS DA BLOGOSFERA CORREDORA.

Peço desculpa, amigos da blogosfera corredora, por nos últimos tempos não ter acompanhado os vossos blogues. Problemas, complicados, de saúde ao nível nervoso (digamos assim) têm impedido de o fazer.
Apenas consigo “espreitar” o Facebook, publicar ou comentar uma ou outra coisa e mesmo assim não é nada fácil.
A todos os amigos que me têm apoiado nestes momentos mais complicados, cinzentos e duros, da minha vida, um abraço do tamanho da fraternidade.
Não querendo destacar ninguém em particular não posso deixar de referir aqueles amigos mais chegados (por incrível que pareça alguns ainda nem conheço pessoalmente) e que estão mais por dentro da situação e me têm dado uma enorme força e me têm “aturado”.
Mais que ninguém sou eu que quero sair disto. Não é nada fácil, mas irei sair!


Nota: não estranhem a ausência de resposta aos vossos eventuais comentários a esta mensagem, vou tentar vê-los e responder na medida que o meu estado clínico mo permita.